Leia Hebreus 11.27-29

A fé e a fidelidade do libertador Moisés conduziram o povo de Israel a superar sua mente de escravo num processo de renovação e mudança. Há pessoas que preferem viver enganadas em sua escravidão, fingindo que está tudo bem. Vivem no Egito amassando barro, mas quando falamos em libertação, elas a rejeitam pelo medo da liberdade, por ter medo do opressor.
Há um principado que as escraviza. Para ser libertos precisamos do Libertador, que é Jesus, mas precisamos nos declarar libertados de nós mesmos, no poder do Espírito Santo.

1 – A fidelidade do libertador identificará o opressor.
Não se pode lutar contra um inimigo desconhecido ou contra um pseudo-inimigo (falso inimigo). Precisamos aguçar o discernimento espiritual para saber contra quem estaremos lutando. Em última instância, todos saberão que lutamos contra o inimigo (diabo) e acusador (Satanás), acusador e inimigo das nossas vidas e da vida que há em nós.
Mas não podemos generalizar em termos de estratégia pois em cada situação o nosso adversário se apresenta com um disfarce diferente. Nós não lutamos contra pessoas, mas contra o espírito de engano que opera através delas. A grande questão, entretanto, é medir o nível de consciência e decisão que uma pessoa tem em servir aos propósitos do diabo.
É neste cenário que entra o Líder Libertador e Profeta Fiel. Ele identifica a estratégia do adversário nas vidas e encoraja o oprimido a enfrentá-lo. Foi a fé de Moisés que o levou a identificar uma ação maligna e escravizadora na sua “família” adotiva, a família de Faraó. Quem é que o adversário está usando para afastá-lo dos caminhos de libertação, fidelidade e vida? No caso de Adão foi a esposa; no caso de José, foram seus irmãos (Gn 37.20); no caso de Eli foram os filhos (1Sm 2.22-25); no caso de Abigail foi o marido (1Sm 25:3); no caso de Jônatas foi o seu próprio pai, Saul (1 Sm 14.45).
Não podemos temer os opressores, ou os seus cavalos. A nossa fidelidade nos tornará invisíveis aos olhos do adversário, e invencíveis diante dos desafios e das batalhas.

2 – A fidelidade do libertador o faz vencer os desafios no sobrenatural.
Deus decretou que haveria morte para os filhos primogênitos dos opressores. No mundo físico, cada pessoa do povo de Israel deveria adorar o Senhor e celebrar a festa da revelação do sacrifício de Jesus – a Páscoa. A morte dos primogênitos do Egito é a morte da geração que está sob a maldição. No Brasil estamos quebrando, pelo sangue do Cordeiro, a maldição que mata mais de 50 mil pessoas por ano, pela violência, a maioria jovens, rapazes de condição humilde, escravos descartáveis do pecado ou vítimas do inimigo.
Através da restauração das celebrações das festas bíblicas poderemos resgatar a nossa nação. É o sangue de Jesus, profetizado e compreendido pela celebração da Páscoa que nos tornará intocáveis diante dos desafios.

3 – A fidelidade do libertador o leva por um caminho exclusivo.
Depois que o povo do Deus de Israel atravessou o Mar Vermelho, os egípcios que tentavam andar pelo mesmo caminho sem a bênção de Deus morreram afogados. Disse Jesus: “Eu sou o caminho!” Qualquer outro caminho é caminho de morte, no sentido de vida eterna. Mas, em termos de estratégia de libertação, há um mover de águas que só serve de rota de libertação para quem está em aliança com Deus.
Quem tentar repetir coisas espirituais sem ter a cobertura e aliança estará trilhando o caminho de morte da religiosidade. Pode até andar certo trecho, mas as águas turbulentas sufocam os “sonhos” de liberdade dos religiosos que falsamente andam na visão de Deus, que enganam cônjuges, pais e seus líderes, e tentam enganar Deus: “Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará.” (Gl 6.7).
Para andar em segurança e proteção temos que nos desviar dos conselhos do ímpio e de opressores (Sl 1.1), andar na direção do Espírito e no conselho do justo “O conselho do Senhor é para aqueles que o temem, e Ele lhes faz saber o Seu pacto.” (Sl 25.14). “Os projetos se confirmam pelos conselhos; assim, pois, com prudência faze a guerra.” (Pv 20.18). Essa é a fidelidade para vencer os desafios da nossa rota de êxito na unção da prosperidade de Deus!

CONCLUSÃO
Ser livre é, antes de tudo, uma decisão espiritual que possibilitará a mente ser liberta, e, com isso também as atitudes. Há uma batalha intensa e profunda em nós pela libertação. A Bíblia diz que uma decisão do nosso espírito encontrará a oposição da nossa alma (mente, emoções e vontade): “Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito, e o Espírito o que é contrário à carne. Estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Edição Contemporânea de Almeida) (Gl 5.16,17). A fidelidade ao enfrentar os desafios determinará o nível da nossa vitória e libertação.

Líder de Êxito: Faça a oração de convite para receber Jesus e a consolidação. Faça também o ofertório e o relatório. Faça como Jesus: seja discípulo do Pai e discipulador de um grupo de discípulos.

Autor: Pastor Paulo Petrizi – www.pregaapalavra.com.br
Adaptação: Ministério CEO – www.ministerioceo.com.br
Correção Gramatical: Mtª Magdala Lemos
Coordenação e Revisão Geral: Pr. Donizétti Maciel

Estudo de Célula de Janeiro de 2012